Epistáxis pós cirurgia nasal: Incidência e fatores de risco

Autores

  • Isabel Pinto Serviço de ORL do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho
  • Francisco Monteiro Serviço de ORL do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho
  • Nuno Lima Serviço de ORL do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho
  • Diamantino Helena Serviço de ORL do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho
  • Artur Condé Serviço de ORL do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho

DOI:

https://doi.org/10.34631/sporl.725

Palavras-chave:

Epistáxis, cirurgia nasal, fatores de risco

Resumo

Objetivo: Determinar a incidência de epistáxis pós cirurgia nasal assim como possíveis fatores de risco para a ocorrência da mesma.

Material e Métodos: Estudo retrospectivo dos doentes submetidos a cirurgia nasal no serviço de Otorrinolaringologia do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho num período de 16 meses.

Resultados: Foram considerados um total de 412 doentes. A incidência de epistáxis foi de 4,6%. As cirurgias que mais frequentemente apresentaram hemorragia foram a septoplastia (57,9%) seguida da septoplastia com cirurgia endoscópica nasossinusal (31,6%). Dos possíveis fatores de risco estudados apenas o tipo de tamponamento apresentou uma associação estatisticamente significativa com a ocorrência de epistáxis (p=0,011).

Conclusão: A epistáxis pós cirurgia nasal é um evento infrequente. Alguns dos fatores considerados classicamente de risco para a ocorrência de epistáxis em doentes sem história de cirurgia nasal prévia poderão não se aplicar à hemorragia que ocorre após a sua realização.

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Publicado

2019-03-06

Como Citar

Pinto, I., Monteiro, F., Lima, N., Helena, D., & Condé, A. (2019). Epistáxis pós cirurgia nasal: Incidência e fatores de risco. Revista Portuguesa De Otorrinolaringologia E Cirurgia De Cabeça E Pescoço, 56(2), 67-71. https://doi.org/10.34631/sporl.725

Edição

Secção

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